Mosquitos e poeira infernizam a região do Autódromo

Sempre convivemos com mosquitos desde a construção do condomínio. Naquela época, pouco antes do ano 2000, viemos para uma área cercada de vegetação nativa e alagados, um verdadeiro criadouro de insetos. A ocupação da rua Aroases reduziu bastante o problema, além das medidas de combate ao mosquito que o condomínio sempre adotou.

Ultimamente a região foi infestada por mosquitos bem criados, robustos, resistentes. Como se isso não bastasse, há muita poeira no ar. De onde vem tudo isso?

Tudo começou com a desativação do Autódromo Nelson Piquet e o início da circulação de caminhões e máquinas pesadas na área onde será construído o Parque Olímpico. A origem da poeira é visível, como mostram as fotos. Os mosquitos, que antes estavam tranquilos em seu habitat, foram obrigados a procurar nova morada. Visitam todos os edifícios da redondeza, inclusive o Jóia da Barra.

Aplicação de inseticida - Foto de Paulo Teixeira
Aplicação de inseticida – Foto de Paulo Teixeira em 7 de dezembro

As medidas de combate ao inseto são aplicadas regularmente (ver Relatório Técnico) mas têm sido insuficientes, já que milhares de mosquitos aparecem diariamente. Enquanto todos os focos do Autódromo não forem extintos teremos mosquitos no bairro.

A lagoa poluída, os riachos de esgoto que a cercam e lá desaguam, são focos permanentes e somente o saneamento poderá acabar definitivamente com o problema. Esperamos um final feliz até as Olimpíadas de 2016.

Parque Olímpico - Foto de Paulo Teixeira

Detalhe das obras - Foto de Paulo Teixeira
Detalhe das obras no Autódromo (muita poeira) – Foto de Paulo Teixeira

Parque Olímpico - Foto de Paulo Teixeira

Combate aos mosquitos em 7 de dezembro - Foto de Paulo Teixeira